09/06/2022 às 15h08min - Atualizada em 09/06/2022 às 15h08min
Pai emociona após adotar filho da ex-esposa, que faleceu de câncer


“Todos dizem o Bruno ganhou um pai. Estamos completamente enganados, eu que ganhei um filho”, disse Rodrigo Lopes em suas redes sociais cinco dias após concluir o registro de adoção do seu filho Bruno, de 11 anos. O processo de adoção do garoto estava em andamento há mais de nove anos, desde que sua mãe biológica e ex-companheira de Rodrigo faleceu, em 2013.

No dia em que a finalmente certidão de adoção do pequeno Bruno foi emitida, em 20 de maio deste ano, com a atualização do sobrenome da criança, Rodrigo compartilhou um vídeo emocionante com a reação do garoto ao ler o documento, e viralizou nas redes sociais. “Registrei para ele nunca esquecer desse momento só meu e dele. Conseguimos, filho”, escreveu na legenda.

De acordo com informações do portal de notícias G1, o início da história se deu após o término do casamento de Rodrigo e Rejane Carneiro, que estavam juntos há 12 anos e já eram pais de uma filha.

 

Depois da separação, a ex-companheira do morador de Porto Alegre engatou em um novo relacionamento e acabou engravidando. No entanto, o pai biológico da criança decidiu não assumir a paternidade da criança. Foi então que Rodrigo tomou para si parte dos cuidados com o garoto, nascido em 2010. 

Menos de um ano após o parto, Rejane acabou descobrindo um câncer uterino. Em 2013, pouco antes de Bruno completar três anos, ela faleceu. A partir daí, Rodrigo seguiu com o processo de adoção.

“Ele está comigo a vida toda, mas hoje oficialmente ele tem meu sobrenome. Foram nove anos de batalha por esse dia. Processos, psicólogos, assistentes sociais e longas terapias, a adoção chegou! Agora, ele carrega o nome do verdadeiro pai, aquele que trocou de fralda, cuidou doente, zelou pelo seu sono, levou para a escola, e o ama”, comentou em uma publicação nas redes sociais.

https://www.instagram.com/p/Cd_VeViu6Hr/

Rodrigo ainda agradeceu o apoio da família da ex-esposa no processo e a repercussão que o caso ganhou. “Adotar é o maior amor, é amar e assumir um filho que nasceu pra mim, mas não feito por mim. Te amo, filho, e não imagino minha vida sem você ao meu lado”, concluiu.

 

Isabelle Aradzenka - Bebê

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